o whatsapp ficou chato que nem email: o que fazer?

o whatsapp virou email: um monte de mensagens não lidas e “PowerPoint”s motivacionais em formato de video. qual é o próximo?

posso estar exagerando, mas esse é o sentimento que tenho ao abrir o whatsapp nas últimas semanas: é a mesma preguiça ao ver a caixa de entrada repleta de emails:

o que antes me trazia um certo prazer e alegria, hoje já não acontece.

percebi que o sentimento estendia-se até mesmo para as pessoas que mais gosto: ao receber mensagens da minha companheira, por exemplo, já não tinha a mesma alegria.… Continue Lendo

você NÃO é a “média das 5 pessoas que você convive”

// você NÃO é “a média das 5 pessoas que você convive” 

como qualquer construção imaginária que precisa de crenças para existir, o mundo do empreendedorismo também tem as suas próprias “leis”.

hoje separei uma delas para explorar melhor:

“você é a média das 5 pessoas que convive”

por experiência própria lhe digo que esse é um dos caminhos mais rápidos para a infelicidade que existe, se você não ficar atento.

ao deixar essa nova crença rodar no seu sistema, você pode entrar em um estado de ansiedade e profundo descontentamento aonde quer que esteja, pois, perceba, nunca vão existir 5 pessoas que estejam à altura do que você busca enquanto você não encontrar contentamento dentro de você.Continue Lendo

a arte do desapego: guia completo para controladores e insatisfeitos

você se considera um etern@ insatisfeit@, controlador@ e inconformad@?

talvez fosse melhor rever essas programações em seu software.

um movimento qualquer que tem sua causa pela insatisfação é opressor.

nos faz agir à partir da comparação, da competição, do medo, da auto desvalorização.

você o faz pois almeja uma posição melhor. você olha X, Y ou Z fazendo coisas incríveis e deseja ser/ter/realizar como eles.

pelo outro lado, um movimento que tem sua causa pela satisfação te liberta.… Continue Lendo

Aliando trabalho à diversão [sextaFilosofal]

anos atrás, antes da revolução do smartphone, a chamada geração X tinha bem delimitado o que era: hora de trabalhar, hora de relaxar, hora de ficar com a familia.

hoje, essa delimitação (quase) não existe.

o avanço tecnológico nos permite transcender tempo e espaço, com a comunicação instantânea ao redor do globo terrestre.

e nosso software interno coletivo acompanha isso: a linha que separa trabalho e diversão está cada vez mais tênue.

falo por experiência própria: meu whatsapp é um misto de amigos, trabalho, família.Continue Lendo

“Alta performance” X “Gratidão” [sextaFilosofal]

vivemos a era do “saco cheio”, estou ocupado, não tenho tempo, trabalho muito, eu faço acontecer!

ao mesmo tempo que vivemos a era do mindfulness, yoga, meditação, se cure, descubra seu propósito e sua verdade, pratique isso e aquilo.

millennials, geração Y, carpe diem, se solte, trabalhe com o que ama, e ao mesmo tempo temos a responsabilidade, a grana, achar um bom emprego, garantir estabilidade, conforto material.

vivemos atrás de novas frases motivacionais de autores famosos e fórmulas mágicas para viver a vida:

“você é a média das 5 pessoas que você convive”

“seja feliz, desapegue”

“alta performance, entregue desempenho”

“relaxo, aceito, me entrego, confio”

“execução, execução, execução”

“sinto muito, me perdoe, eu te amo, sou grato”

acho muito curioso como essas ondas não se conversam.Continue Lendo

Qual a “cura” que você busca? [sextaFilosofal]

essa semana me peguei refletindo sobre o que a “cura” significa…

na minha lógica limitante de engenheiro, a “cura” seria algo binário: 0 ou 1, preto ou branco.

ou você está curado ou não está.

você pega uma gripe, toma um remédio, espera alguns dias e pronto: você está curado.

mas desde que comecei a investigar melhor o SER, e não dar tanta atenção para o que a mente fala sobre ele, comecei a perceber quão não-binária é essa tal de “cura”

cada impressão, cada pensamento, cada doença no corpo é como se fosse uma tatuagem.Continue Lendo

Descobrindo “eu” através dos “meus” [sextaFilosofal]

no último episódio do Hack Life Cast, tive o prazer de ouvir Geraldo Rufino contar sua trajetória, indo de catador de lixo a se tornar um dos maiores empresários do Brasil.

durante nosso papo, ele pontuou sua relação com a família, aqueles os quais ele chama de “meus”.

isso me tocou bastante e me fez inclusive perceber o quanto a minha relação com o mundo reflete a relação com os “meus”.

se estou feliz e livre em família e com amigos próximos, me sinto feliz e livre com os “outros”.Continue Lendo